Guia da Disney

Tudo o que você precisa saber para transformar sua viagem inesquecível.

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Em Janeiro de 2008, em plena madrugada, trocando de canal na televisão, me deparei com o apresentador Amaury Jr na Disney. É claro que fiquei assistindo (a Disney já faz parte da minha vida há muito tempo, sempre amei aquele lugar e ganhei dos meus pais a primeira viagem nos meus quinze anos). O Amaury Jr, entrevistou uma recrutadora brasileira, para aqueles que desejam trabalhar na Disney, Regina Maluta, convidando os brasileiros a se inscreverem em um programa de estudos e trabalho. Era o que faltava.

Depois de alguns meses de entrevistas e documentações, eu embarcava para a Disney em Julho de 2008, foi uma das melhores experiências da minha vida.

Com o portal GUIA DA DISNEY pretendo trazer a todos aqueles que estejam planejando suas tão sonhadas férias para o reino mágico: dicas e informações para que sua viagem seja livre de preocupações e muita diversão!

Espero que gostem!

Boa Viagem!

Julio Cesar Fonseca Junior

Costa Oeste Americana – Parte 3 (Primeiros dias do Air Cruise)

O encontro com a guia do grupo estava marcado para as 06h da manhã no lobby do Hotel. Acordei, comprei um lanche no Starbucks do Hotel, fiz o check-out e me dirigi ao ponto de encontro, era uma área ampla do lobby, com um banner da Mauiva AirCruise, e logo a guia Lilia apareceu dando-nos as boas vindas, e entregando um brinde da Mauiva e todo o itinerário com horários e inclusões. Após uma breve explicação de como seria nossa viagem, nos dirigimos ao primeiro aeroporto privado da viagem, em torno de 30 minutos de distância do Hotel. Lá recebemos a notícia de forte nevoeiro e que a saída do voo estava comprometida, sendo assim, tivemos que aguardar por cerca de 1h30 o nevoeiro passar. Recebemos um lanche ali no mini-aeroporto – embora pequeno, bem confortável. Ok, hora da decolagem. Um voo bastante tranquilo em uma aeronave da Embraer, pouco mais de 50 minutos já estávamos aterrissando em Monterey.

 

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Costa Oeste Americana – Parte 2 (Los Angeles)

Los Angeles é bem diferente do que você pode imaginar. Para começar, porque tudo é muito longe, então se você achava que poderia conhecer a cidade em um dia, esta enganado. Segundo, a cidade oferece muito mais do que se encontra em livros e revistas de viagem – mas esteja preparado, pois o dinheiro por aqui voa longe. A segunda maior cidade dos Estados Unidos, não é a capital da Califórnia, como muitos podem achar (a capital é a cidade de Sacramento), e dizem ser quatro vezes o tamanho de São Paulo (você consegue imaginar?).

Conforme já mencionei aqui no Blog, assim que cheguei no Hotel Sheraton Los Angeles Downtown, já retirei o carro (previamente reservado aqui pelo Brasil). A idéia era tomar um banho antes de sair pra rua, e conhecer aquela região onde o Hotel estava localizado – centro da cidade. Mas, quando vi, já estava programando o GPS para me levar ao Píer de Santa Mônica, torcendo para ver o tão famoso pôr do sol. Infelizmente, como tudo em Los Angeles respira trânsito parado, quando cheguei por lá, foi tarde de mais. Estacionei o carro nos estacionamentos públicos (cerca de US$ 2,00 por duas horas), hora de dar uma volta por ali mesmo e conhecer tudo o que o píer pudesse me oferecer. A principal atração, sem dúvida, é o parque de diversões Pacific Park, com sua famosa roda gigante que ilumina-se logo ao entardecer. Diversas lojas e restaurantes – entre eles o famoso Bubba Gump Shrimp (de frutos do mar – especializado em camarões), mas acabei mesmo, foi jantando em um restaurante mexicano. Se você quiser mesmo conhecer todo o Píer de Santa Mônica deve ir cedo e reservar, pelo menos umas 2 ou 3 horas – o local é bastante badalado e a paisagem linda, com sol então, com certeza renderá muitas fotos bonitas.

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Costa Oeste Americana – Parte 1 (Disneyland)

Tanto o início como o final de viagem foi pela cidade de Los Angeles (capital da Califórnia). Cheguei por volta das 16h, horário local, pela COPA (realizando apenas uma conexão na cidade do Panamá), onde o receptivo da CVC estava me esperando para levar até o Sheraton Los Angeles Downtown. Após o check in, fui retirar o carro na Locadora Hertz, que ficava dentro do hotel. Bom o que fiz nesse dia, vou deixar para contar depois, pois prefiro contar minha experiência na Disneyland primeiro.

Sendo assim, no segundo dia, fui de carro de Los Angeles até a cidade de Anaheim (50Km, aproximadamente 1h de distância por causa dos engarrafamentos). Vale lembrar que essa viagem aconteceu em uma sexta-feira, dia de muito tráfego em Los Angeles, portanto sai do hotel por volta das 09h da manhã. A principal função do GPS é nos orientar correto? Pois muito me atrapalhou próximo a chegada dos parques Disney, pois não informava corretamente sobre os estacionamentos, portanto, resolvi simplesmente desliga-lo e seguir as placas.

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Costa Oeste Americana – Introdução

Caros amigos, embarquei no mês passado para uma das melhores viagens da minha vida: Costa Oeste Americana. Visitei: Los Angeles, Anaheim, Monterey, Carmel-by-the-Sea, San Francisco, Fresno e Las Vegas e claro que muitos lugares bacanas no meio do caminho.

Dessa vez foi uma viagem realizada com a Mauiva Air Cruise, tendo a vantagem de c

omprar na CVC Viagens e ainda parcelar em 10x sem juros, e algumas alterações. Por exemplo, o roteiro começa e termina (originalmente) em Los Angeles, porém a CVC colocou 1 noite a mais na chegada em Los Angeles e 2 noites a mais na saída em Las Vegas – o que é realmente muito bom, para aproveitar melhor as duas cidades. Mas claro que eu tinha que fazer as minhas alterações, acabei adquirindo noites extras no início e final do tour, ficando 2 dias antes em Los Angeles e 2 dias depois em Las Vegas (do que o previsto) fazendo uma viagem completa de 15 dias.

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Punta Cana em 7 dias – Parte 2

No quarto dia, acordarmos um pouco mais tarde, e após o café da manhã fomos curtir uma praia. À tarde, estava reservada para um dos passeios mais inusitados: mergulho com os golfinhos. Embora seja um dos passeios opcionais mais caros oferecidos, eu posso dizer que vale a pena. É muito bacana poder estar lado a lado com eles.

À noite, fomos na balada Imagine, que é literalmente dentro de uma caverna. E não pense que a noite começa cedo em Punta Cana, embora a casa abra as 23h, o pessoal só começa a chegar depois da meia noite. E engana-se quem acha que só toca música caribenha, toca de tudo um pouco, com maior tendência ao eletrônico. É a única balada fora dos hotéis. Dentro de alguns hotéis, possui uma danceteria, mas nada muito agitada como a Imagine.

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Punta Cana em 7 dias – Parte 1

Em Janeiro desse ano, fui conhecer um dos principais destinos do Caribe: Punta Cana. O mais engraçada é que muitas pessoas acham que a cidade é banhada pelo mar do Caribe, puro engano. Aquele mar incrível, na verdade é o Atlântico, mas não se preocupe, diversas empresas oferecem o passeio a Ilha Saona, onde é possível tomar um banho de mar, no mar do caribe.

Dito isso, embarquei em uma quarta-feira para Punta Cana, cedinho da manhã aqui em Porto Alegre (era Janeiro de 2011) em um voo fretado da CVC, com escala em Belo Horizonte. O voo foi super tranquilo, em uma aeronave da Varig. Fui com dois colegas de trabalho. Chegamos a tardinha e embora fosse inverno, estava bastante quente. Fomos recebidos e encaminhados para a van correspondente ao nosso Hotel/Resort: Bávaro Princess.

Fui um dos check ins, mais inusitados que eu já tive. Ao invés de chamarem simplesmente “o próximo – next”, fomos chamados assim: “Quem vai tomar a próxima mamajuana comigo?” Mamajuana é a bebida local composto de mel, vinho, rum e uma porção de ervas dominicanas – excepcional.

A fome já batia forte, e assim que deixamos as malas no quarto do hotel, fomos jantar no restaurante principal (um dos sete que o Resort oferecia). No caminho entre o Aeroporto e o Hotel, a guia-base Marilise (uma pessoa extraordinária que fazia o impossível para nos agradar) havia comentado sobre a abundância e fartura de comidas e bebidas – afinal, era um Resort com sistema All Inclusive – e que os brasileiros deveriam tomar muito cuidado, pois acabavam misturando tudo e sempre passavam mal. Dito e feito, mas isso eu vou falar mais tarde. Todas as noites, tinha um show apresentado no teatro do Resort. Fraquinho, humilde e divertido. E depois um Dj assumia e o pessoal ficava dançando por mais alguns momentos ou ia para o Cassino/Danceteria na frente do Hotel.

No dia seguinte, curtimos o resort, piscina e toda infra-estrutura que tínhamos direito. A tardinha, teve a festa brasileira no Hotel, com muita caipirinha e bebidas e comidas típicas brasileiras – tinha muitos brasileiros visitando Punta Cana hein. Fomos dormir cedo, porque no dia seguinte, iríamos para um SPA em alto mar. Sim, eu disse um SPA em alto mar.

O Spa acontece em um barco que enquanto entra mar a dentro, explicam como será realizado e nos dividiram em alguns grupos. O meu foi primeiro tomar um chá e fazer ioga. Descobri que sou totalmente travado, não consegui fazer quase nada. Uma música relaxante, tocava em todo o barco. Depois fomos meditar em colchonetes flutuantes, no mar mesmo, ficamos por ali, uns 30 minutos mais ou menos – cada fase do Spa levava esse tempo.

No retorno a bordo, foi servido algumas frutas e novamente um chá. Depois fomos fazer dois tipos de massagem, a primeira era em cima de uma cama de madeira, onde a própria cama se encarregava do trabalho e depois a massagem nas costas com as profissionais. Enquanto isso, o barco estava chegando em uma plataforma, onde depois fomos colocados em uma piscina e uma raia era passada em nossas costas, não entendi bem o significado daquilo, mas… E por fim, o grande clímax. Colocamos nossos pés em uma bacia grande, onde diversos peixinhos, comiam a carne morta de nossos pés… Parece estranho no início, mas é muito legal.


E a tarde, fomos para um passeio chamado Bávaro Splash, que é composto de três atividades: um mergulho superficial com snorkel, um mergulho com tubo e um passeio de lancha rápida (com você dirigindo). Mais uma vez, o grupo é dividido, o meu fez primeiro o mergulho de snorkel. Resultado: bebi muita água. Confesso que nunca tinha feito uma aula de mergulho antes, o pessoal deu todas as orientações, são muito profissionais, mas não adianta, chegou na hora e deu um branco. Ao invés de eu simplesmente me acalmar e ficar deitado nadando, fiz de tudo – menos isso. Depois no mergulho com tubo nem fui, fiquei sentado no barco vendo os outros, não ia querer tomar mais água. No fim, chegou a hora da lancha rápida. Foi adrenalina pura, o momento de jogar todo o stress para fora e correr pelo mar de Punta Cana – sensacional.

Não preciso dizer que chegamos no hotel esgotados. Fomos jantar e direto para cama, pois no outro dia, iríamos acordar cedo para enfim conhecer o mar do Caribe, na Ilha Saona.