Vídeo de Porto Seguro

Um breve resumo de minha viagem à Porto Seguro.

Espero que gostem.

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Tailândia – Parte 1 (Aeroporto e Bangkok)

Desde o filme “A Praia” eu sonho em conhecer a Tailândia. Havia tempos que o destino estava no meu caderninho, até que surgiu a oportunidade de embarcar para a tão sonhada praia. Fui com minha mãe e minha irmã e optamos por um roteiro da CVC (operado pela Special Tours). Na hora de escolher, existiam algumas opções interessantes, como fazer todo país por via terrestre (com ônibus) ou aéreo (para ganharmos tempo) – escolhemos pela via aérea, um pouco mais caro, mas que valeu muito a pena, pois os trechos eram curtos (o maior foi de 2 horas apenas). Roteiro definido: Bangkok, Chiang Mai, Chiang Rai e Phuket.

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Costa Oeste Americana – Parte 2 (Los Angeles)

Los Angeles é bem diferente do que você pode imaginar. Para começar, porque tudo é muito longe, então se você achava que poderia conhecer a cidade em um dia, esta enganado. Segundo, a cidade oferece muito mais do que se encontra em livros e revistas de viagem – mas esteja preparado, pois o dinheiro por aqui voa longe. A segunda maior cidade dos Estados Unidos, não é a capital da Califórnia, como muitos podem achar (a capital é a cidade de Sacramento), e dizem ser quatro vezes o tamanho de São Paulo (você consegue imaginar?).

Conforme já mencionei aqui no Blog, assim que cheguei no Hotel Sheraton Los Angeles Downtown, já retirei o carro (previamente reservado aqui pelo Brasil). A idéia era tomar um banho antes de sair pra rua, e conhecer aquela região onde o Hotel estava localizado – centro da cidade. Mas, quando vi, já estava programando o GPS para me levar ao Píer de Santa Mônica, torcendo para ver o tão famoso pôr do sol. Infelizmente, como tudo em Los Angeles respira trânsito parado, quando cheguei por lá, foi tarde de mais. Estacionei o carro nos estacionamentos públicos (cerca de US$ 2,00 por duas horas), hora de dar uma volta por ali mesmo e conhecer tudo o que o píer pudesse me oferecer. A principal atração, sem dúvida, é o parque de diversões Pacific Park, com sua famosa roda gigante que ilumina-se logo ao entardecer. Diversas lojas e restaurantes – entre eles o famoso Bubba Gump Shrimp (de frutos do mar – especializado em camarões), mas acabei mesmo, foi jantando em um restaurante mexicano. Se você quiser mesmo conhecer todo o Píer de Santa Mônica deve ir cedo e reservar, pelo menos umas 2 ou 3 horas – o local é bastante badalado e a paisagem linda, com sol então, com certeza renderá muitas fotos bonitas.

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Costa Oeste Americana – Parte 1 (Disneyland)

Tanto o início como o final de viagem foi pela cidade de Los Angeles (capital da Califórnia). Cheguei por volta das 16h, horário local, pela COPA (realizando apenas uma conexão na cidade do Panamá), onde o receptivo da CVC estava me esperando para levar até o Sheraton Los Angeles Downtown. Após o check in, fui retirar o carro na Locadora Hertz, que ficava dentro do hotel. Bom o que fiz nesse dia, vou deixar para contar depois, pois prefiro contar minha experiência na Disneyland primeiro.

Sendo assim, no segundo dia, fui de carro de Los Angeles até a cidade de Anaheim (50Km, aproximadamente 1h de distância por causa dos engarrafamentos). Vale lembrar que essa viagem aconteceu em uma sexta-feira, dia de muito tráfego em Los Angeles, portanto sai do hotel por volta das 09h da manhã. A principal função do GPS é nos orientar correto? Pois muito me atrapalhou próximo a chegada dos parques Disney, pois não informava corretamente sobre os estacionamentos, portanto, resolvi simplesmente desliga-lo e seguir as placas.

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Costa Oeste Americana – Introdução

Caros amigos, embarquei no mês passado para uma das melhores viagens da minha vida: Costa Oeste Americana. Visitei: Los Angeles, Anaheim, Monterey, Carmel-by-the-Sea, San Francisco, Fresno e Las Vegas e claro que muitos lugares bacanas no meio do caminho.

Dessa vez foi uma viagem realizada com a Mauiva Air Cruise, tendo a vantagem de c

omprar na CVC Viagens e ainda parcelar em 10x sem juros, e algumas alterações. Por exemplo, o roteiro começa e termina (originalmente) em Los Angeles, porém a CVC colocou 1 noite a mais na chegada em Los Angeles e 2 noites a mais na saída em Las Vegas – o que é realmente muito bom, para aproveitar melhor as duas cidades. Mas claro que eu tinha que fazer as minhas alterações, acabei adquirindo noites extras no início e final do tour, ficando 2 dias antes em Los Angeles e 2 dias depois em Las Vegas (do que o previsto) fazendo uma viagem completa de 15 dias.

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Punta Cana em 7 dias – Parte 1

Em Janeiro desse ano, fui conhecer um dos principais destinos do Caribe: Punta Cana. O mais engraçada é que muitas pessoas acham que a cidade é banhada pelo mar do Caribe, puro engano. Aquele mar incrível, na verdade é o Atlântico, mas não se preocupe, diversas empresas oferecem o passeio a Ilha Saona, onde é possível tomar um banho de mar, no mar do caribe.

Dito isso, embarquei em uma quarta-feira para Punta Cana, cedinho da manhã aqui em Porto Alegre (era Janeiro de 2011) em um voo fretado da CVC, com escala em Belo Horizonte. O voo foi super tranquilo, em uma aeronave da Varig. Fui com dois colegas de trabalho. Chegamos a tardinha e embora fosse inverno, estava bastante quente. Fomos recebidos e encaminhados para a van correspondente ao nosso Hotel/Resort: Bávaro Princess.

Fui um dos check ins, mais inusitados que eu já tive. Ao invés de chamarem simplesmente “o próximo – next”, fomos chamados assim: “Quem vai tomar a próxima mamajuana comigo?” Mamajuana é a bebida local composto de mel, vinho, rum e uma porção de ervas dominicanas – excepcional.

A fome já batia forte, e assim que deixamos as malas no quarto do hotel, fomos jantar no restaurante principal (um dos sete que o Resort oferecia). No caminho entre o Aeroporto e o Hotel, a guia-base Marilise (uma pessoa extraordinária que fazia o impossível para nos agradar) havia comentado sobre a abundância e fartura de comidas e bebidas – afinal, era um Resort com sistema All Inclusive – e que os brasileiros deveriam tomar muito cuidado, pois acabavam misturando tudo e sempre passavam mal. Dito e feito, mas isso eu vou falar mais tarde. Todas as noites, tinha um show apresentado no teatro do Resort. Fraquinho, humilde e divertido. E depois um Dj assumia e o pessoal ficava dançando por mais alguns momentos ou ia para o Cassino/Danceteria na frente do Hotel.

No dia seguinte, curtimos o resort, piscina e toda infra-estrutura que tínhamos direito. A tardinha, teve a festa brasileira no Hotel, com muita caipirinha e bebidas e comidas típicas brasileiras – tinha muitos brasileiros visitando Punta Cana hein. Fomos dormir cedo, porque no dia seguinte, iríamos para um SPA em alto mar. Sim, eu disse um SPA em alto mar.

O Spa acontece em um barco que enquanto entra mar a dentro, explicam como será realizado e nos dividiram em alguns grupos. O meu foi primeiro tomar um chá e fazer ioga. Descobri que sou totalmente travado, não consegui fazer quase nada. Uma música relaxante, tocava em todo o barco. Depois fomos meditar em colchonetes flutuantes, no mar mesmo, ficamos por ali, uns 30 minutos mais ou menos – cada fase do Spa levava esse tempo.

No retorno a bordo, foi servido algumas frutas e novamente um chá. Depois fomos fazer dois tipos de massagem, a primeira era em cima de uma cama de madeira, onde a própria cama se encarregava do trabalho e depois a massagem nas costas com as profissionais. Enquanto isso, o barco estava chegando em uma plataforma, onde depois fomos colocados em uma piscina e uma raia era passada em nossas costas, não entendi bem o significado daquilo, mas… E por fim, o grande clímax. Colocamos nossos pés em uma bacia grande, onde diversos peixinhos, comiam a carne morta de nossos pés… Parece estranho no início, mas é muito legal.


E a tarde, fomos para um passeio chamado Bávaro Splash, que é composto de três atividades: um mergulho superficial com snorkel, um mergulho com tubo e um passeio de lancha rápida (com você dirigindo). Mais uma vez, o grupo é dividido, o meu fez primeiro o mergulho de snorkel. Resultado: bebi muita água. Confesso que nunca tinha feito uma aula de mergulho antes, o pessoal deu todas as orientações, são muito profissionais, mas não adianta, chegou na hora e deu um branco. Ao invés de eu simplesmente me acalmar e ficar deitado nadando, fiz de tudo – menos isso. Depois no mergulho com tubo nem fui, fiquei sentado no barco vendo os outros, não ia querer tomar mais água. No fim, chegou a hora da lancha rápida. Foi adrenalina pura, o momento de jogar todo o stress para fora e correr pelo mar de Punta Cana – sensacional.

Não preciso dizer que chegamos no hotel esgotados. Fomos jantar e direto para cama, pois no outro dia, iríamos acordar cedo para enfim conhecer o mar do Caribe, na Ilha Saona.

Últimos dois dias em Berlim

Faltando dois dias para embarcar de volta ao Brasil, fui conhecer um dos Zoológicos mais bonitos do mundo. É o mais antigo jardim zoológico na Alemanha e apresenta a mais completa coleção de espécies no mundo. Foi aberto em 1844. Com uma área de 35 hectares, esta localizado no parque Tiergarten.

Foi preciso umas duas horas para conhecer todo o zoológico e realmente foi fascinante, se você tiver tempo, deve visitá-lo.

Depois de caminhar muito (sim, muito) e almoçar num fast food qualquer, cheguei ao Palácio Reichstag. Depois de uma fila gigantesca (agora parece que deve-se agendar o dia e o horário) entrei no Palácio e peguei o elevador que leva direto a base da Cúpula da Nação, que oferece uma das vistas mais privilegiadas de Berlim. É possível fazer um tour pela cúpula com fones de ouvido e a narração em português.

A poucos metros dali, fui conhecer a Chancelaria Federal, uma série de prédios administrativos, com um arquitetura de dar inveja em muitas cidades.

A tardinha, peguei o metro errado e fui parar no Checkpoint Charlie, uma sorte, porque realmente queria conhecer esse ponto, que um dia foi de controle entre as duas Berlim. Era o único ponto de passagem a pé ou de carro para os soldados, diplomatas e visitantes estrangeiros. Diz a história que não era tão difícil para as pessoas da Alemanha Ocidental conseguir um visto de entrada para o lado Oriental, mas era praticamente impossível o berlinenses do lado Oriental visitar a parte Ocidental.

Uma pequena casa de guarda foi simbolicamente construída no local onde se encontrava a original (mantida em um museu bem pertinho dali).

E para finalizar o penúltimo dia, ouvi falar de uma exposição sobre o nazismo e Hitler: Hitler Und Die Deutschen. Achar essa exposição foi incrivelmente difícil (consegui chegar ao local somente uma hora antes do fechamento do Museu, e por sorte naquele dia a entrada era gratuita), depois de muitas perguntas (somente um policial deu a orientação, todo e qualquer pessoa que eu perguntava, era só ouvir falar em Hitler, que desconversava). Foi impossível tirar qualquer foto dentro das galerias, mas foi um dos momentos mais chocantes da viagem inteira. Poder ver fotos, uniformes, a famosa bandeira, foi bastante intrigante.

No último dia, exclusivamente para últimas compras. Sim, Berlim é uma ótima cidade para fazer compras. Preços razoáveis e interessantes. Recomendo a Ka De Wu, a Harrod’s da Alemanha, e a Galeria Kaufhof com preços mais acessíveis.

Hora de embarcar de volta ao Brasil, mas agora com o desejo de conhecer o sul da Alemanha.