Amsterdam em 2 dias

Na verdade 1 dia e meio, ou nem isso. Sim, foi pouco tempo em Amsterdam. Mas o relógio não estava ao meu favor e existia um cronograma a ser cumprido. Diversos pacotes de viagens oferecem 3 dias em Amsterdam, mas como eu fiz algumas modificações no meu (Triângulo Europeu), aumentando a viagem e estendendo até Berlim, não me sobrou outra alternativa.

Chegamos a tardinha na cidade, e fomos direto para um passeio opcional oferecido: Passeio de barco pelos canais de Amsterdam, de aproximadamente 1h30. Haviam diversas mesas, que cabiam uma média de 6 pessoas. Como você pode conferir na foto ao lado, logo na chegada, era oferecido três tipos de vinhos: branco, tinto e rose, e uma degustação de queijos. O passeio foi realmente muito bom, muitas risadas e momento de integração com o grupo – bastante integração. Passamos pelo famoso bairro vermelho (mas vou deixar para falar dele mais abaixo). No caminho, fomos brindados com uma beleza desigual: o Nemo é um museu de ciências em forma de barco, projetado por Renzo Piano.

Dali, fomos direto ao Hotel (por causa do custo benefício de um circuito europeu, a localização não era das mais favoráveis – mas como voltamos a noite e já saímos logo pela manhã cedo para o passeio pela cidade, essa distância não comprometeu a viagem). A hospedagem foi no Dorint Hotel Amsterdam-Airport e posso dizer que foi um dos melhores hotéis que já fiquei hospedado. Elegante e moderno. Engana-se quem disse que o café da manhã é sempre continental. O café da manhã do Dorint, foi um buffet que deixou muitos de nossos hotéis da serra gaúcha, para trás. E a variedade de iogurtes, caldas e frutas, era de se espantar para uma cidade européia.

No segundo dia, tivemos a chance de realmente conhecer a cidade caminhando, mas se preferir você pode escolher pedalando, já que existem diversos locais onde se pode alugar uma bicicleta. Como o tempo estava muito frio e chuvoso, acabei optando pela caminhada mesmo. A pausa para a foto em frente ao logotipo “I amsterdam” foi o início do city-tour.


Fizemos uma visita logo em seguida, a uma fábrica de lapidação de diamantes, interessante apenas, e logo saímos a um passeio panorâmico de ônibus. Bem próximo ao logotipo, da foto acima, esta o Museu Van Gogh. Outro ponto bastante interessante desse passeio, foi a Casa de Anne Frank – o simples fato de passar pela fachada da casa e saber de toda a história que aquelas paredes carregam é fascinante. O ônibus nos deixou na Praça Dam, no centro histórico de Amsterdam – um dos principais pontos de encontro da cidade – logo na esquina encontra-se o mais irreverente museu de cera do mundo: Madame Tussauds – mas se você já visitou alguma outra filial espalhada pelo mundo, não perca seu tempo.

Hora de conhecer o Bairro da Luz Vermelha, ou simplesmente Bairro Vermelho. A prostituição na cidade começou a dispontar no século 13, quando a cidade emergiu como porto. Uma rede de ruas sinuosas cheias de sex shops, boates decadentes e as famosas janelinhas, onde moças de “respeito” estão ali exibindo seus corpos semi-nus afim de tentar fisgar um novo cliente – acredite: a prostituição é uma profissional legalizada. Tem para todos os tipos, mas as mais comuns são as mulheres mais velhas, por incrível que pareça – e os preços podem variar de acordo com a necessidade do cliente. Em meio a vulgaridade do bairro, você encontrará bares, restaurantes e coffe shops.

Ah sim, os Coffe Shops. Se você pensa que vai sair fumando um baseado pelas ruas, esta enganado. A maconha é sim legalizada, mas só pode ser “consumida” dentro das coffe shops – uma espécie de bar que a servem de diversos tipos como: pirulito, balas, chicletes, bolos de chocolates, ou o mais comum dos baseados.

Logo após o almoço, foi a hora de fazer umas compras na Shopping ao lado da Praça Dam e logo se reencontrar com o grupo, para continuarmos a viagem.

O que o Wikipédia diz? Amsterdam é a capital, e a maior cidade dos Países Baixos, situada na província Holanda do Norte. Seu nome é derivado de uma represa (dam) no rio Amstel, o rio onde fica a cidade. A cidade é conhecida por seu porto histórico, seus museus de fama internacional, sua zona de meretrício (Red Light District, o “Distrito da Luz Vermelha”), seus coffeeshops liberais, e seus inúmeros canais. Possui 761.262 residentes (2009), enquanto que sua área metropolitana tem cerca de 2 milhões de habitantes.

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