Punta Cana em 7 dias – Parte 2

No quarto dia, acordarmos um pouco mais tarde, e após o café da manhã fomos curtir uma praia. À tarde, estava reservada para um dos passeios mais inusitados: mergulho com os golfinhos. Embora seja um dos passeios opcionais mais caros oferecidos, eu posso dizer que vale a pena. É muito bacana poder estar lado a lado com eles.

À noite, fomos na balada Imagine, que é literalmente dentro de uma caverna. E não pense que a noite começa cedo em Punta Cana, embora a casa abra as 23h, o pessoal só começa a chegar depois da meia noite. E engana-se quem acha que só toca música caribenha, toca de tudo um pouco, com maior tendência ao eletrônico. É a única balada fora dos hotéis. Dentro de alguns hotéis, possui uma danceteria, mas nada muito agitada como a Imagine.

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Punta Cana em 7 dias – Parte 1

Em Janeiro desse ano, fui conhecer um dos principais destinos do Caribe: Punta Cana. O mais engraçada é que muitas pessoas acham que a cidade é banhada pelo mar do Caribe, puro engano. Aquele mar incrível, na verdade é o Atlântico, mas não se preocupe, diversas empresas oferecem o passeio a Ilha Saona, onde é possível tomar um banho de mar, no mar do caribe.

Dito isso, embarquei em uma quarta-feira para Punta Cana, cedinho da manhã aqui em Porto Alegre (era Janeiro de 2011) em um voo fretado da CVC, com escala em Belo Horizonte. O voo foi super tranquilo, em uma aeronave da Varig. Fui com dois colegas de trabalho. Chegamos a tardinha e embora fosse inverno, estava bastante quente. Fomos recebidos e encaminhados para a van correspondente ao nosso Hotel/Resort: Bávaro Princess.

Fui um dos check ins, mais inusitados que eu já tive. Ao invés de chamarem simplesmente “o próximo – next”, fomos chamados assim: “Quem vai tomar a próxima mamajuana comigo?” Mamajuana é a bebida local composto de mel, vinho, rum e uma porção de ervas dominicanas – excepcional.

A fome já batia forte, e assim que deixamos as malas no quarto do hotel, fomos jantar no restaurante principal (um dos sete que o Resort oferecia). No caminho entre o Aeroporto e o Hotel, a guia-base Marilise (uma pessoa extraordinária que fazia o impossível para nos agradar) havia comentado sobre a abundância e fartura de comidas e bebidas – afinal, era um Resort com sistema All Inclusive – e que os brasileiros deveriam tomar muito cuidado, pois acabavam misturando tudo e sempre passavam mal. Dito e feito, mas isso eu vou falar mais tarde. Todas as noites, tinha um show apresentado no teatro do Resort. Fraquinho, humilde e divertido. E depois um Dj assumia e o pessoal ficava dançando por mais alguns momentos ou ia para o Cassino/Danceteria na frente do Hotel.

No dia seguinte, curtimos o resort, piscina e toda infra-estrutura que tínhamos direito. A tardinha, teve a festa brasileira no Hotel, com muita caipirinha e bebidas e comidas típicas brasileiras – tinha muitos brasileiros visitando Punta Cana hein. Fomos dormir cedo, porque no dia seguinte, iríamos para um SPA em alto mar. Sim, eu disse um SPA em alto mar.

O Spa acontece em um barco que enquanto entra mar a dentro, explicam como será realizado e nos dividiram em alguns grupos. O meu foi primeiro tomar um chá e fazer ioga. Descobri que sou totalmente travado, não consegui fazer quase nada. Uma música relaxante, tocava em todo o barco. Depois fomos meditar em colchonetes flutuantes, no mar mesmo, ficamos por ali, uns 30 minutos mais ou menos – cada fase do Spa levava esse tempo.

No retorno a bordo, foi servido algumas frutas e novamente um chá. Depois fomos fazer dois tipos de massagem, a primeira era em cima de uma cama de madeira, onde a própria cama se encarregava do trabalho e depois a massagem nas costas com as profissionais. Enquanto isso, o barco estava chegando em uma plataforma, onde depois fomos colocados em uma piscina e uma raia era passada em nossas costas, não entendi bem o significado daquilo, mas… E por fim, o grande clímax. Colocamos nossos pés em uma bacia grande, onde diversos peixinhos, comiam a carne morta de nossos pés… Parece estranho no início, mas é muito legal.


E a tarde, fomos para um passeio chamado Bávaro Splash, que é composto de três atividades: um mergulho superficial com snorkel, um mergulho com tubo e um passeio de lancha rápida (com você dirigindo). Mais uma vez, o grupo é dividido, o meu fez primeiro o mergulho de snorkel. Resultado: bebi muita água. Confesso que nunca tinha feito uma aula de mergulho antes, o pessoal deu todas as orientações, são muito profissionais, mas não adianta, chegou na hora e deu um branco. Ao invés de eu simplesmente me acalmar e ficar deitado nadando, fiz de tudo – menos isso. Depois no mergulho com tubo nem fui, fiquei sentado no barco vendo os outros, não ia querer tomar mais água. No fim, chegou a hora da lancha rápida. Foi adrenalina pura, o momento de jogar todo o stress para fora e correr pelo mar de Punta Cana – sensacional.

Não preciso dizer que chegamos no hotel esgotados. Fomos jantar e direto para cama, pois no outro dia, iríamos acordar cedo para enfim conhecer o mar do Caribe, na Ilha Saona.